Escrevo protestos. Assim reajo contra o que me desrespeita, discrimina e agride. Meus textos são gritos de guerra que vibram cada vez que são lidos; e às vezes, fazem eco!
Escrevo os deslumbramentos. Dessa forma celebro o belo, perenizo o êxtase e elasteço o prazer...
Escrevo sonhos. Possíveis ou utópicos, eles quase sempre aparecem, nas entrelinhas dos versos ou nos detalhes dos contos...
Escrevo confissões. Meu teclado é um confessionário do século 21...
Escrevo segredos. Escrevo-os para poucos; e estes, porque me conhecem, conseguem decifra-los...
Escrevo teimosias. E persistentemente prossigo em busca de um tempo, de um tema, das palavras certas e de mais olhos que as vejam...
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Humberto de Lima
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